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EFT

quando entender não é suficiente, o corpo também precisa participar

Pensamentos e emoções não acontecem apenas na mente. Eles envolvem conexões nervosas, sinais químicos e elétricos e diferentes respostas fisiológicas do organismo.

Quando vivemos uma experiência de forte impacto emocional, nosso cérebro e nosso corpo podem aprender a associar determinadas lembranças, imagens ou situações a uma sensação de ameaça. Por isso, mesmo depois que o acontecimento passou, pensar sobre ele pode reativar emoções e sensações físicas como medo, angústia, tensão, aperto no peito ou desconforto.

A EFT,  Emotional Freedom Techniques ou Técnica de Libertação Emocional  é uma abordagem da Psicologia Energética que combina atenção consciente, palavras e pequenos toques realizados com as pontas dos dedos em pontos específicos do corpo, correspondentes aos meridianos utilizados pela acupuntura chinesa.

Durante a prática, entramos em contato com a situação que gera sofrimento, reconhecendo os pensamentos, as emoções e as sensações presentes no corpo. Ao mesmo tempo, realizamos o tapping, uma sequência de toques que ajuda a reduzir a intensidade da resposta emocional e a construir uma percepção de maior segurança no presente.

Na perspectiva da Psicologia Energética, o tapping atua sobre a energia associada à experiência. Pela compreensão do sistema nervoso, podemos perceber a EFT como uma prática que integra atenção, estímulo sensorial, linguagem, consciência corporal e reorganização de significados.

Não se trata de apagar o passado, controlar as emoções ou simplesmente “pensar positivo”. A experiência permanece na memória, mas pode deixar de provocar a mesma reação automática. Com menos ativação, a mente ganha espaço para construir novas perspectivas, escolhas e formas de agir.

A EFT pode ser utilizada como recurso complementar em processos relacionados a:

  • ansiedade, medos e fobias;

  • lembranças dolorosas e experiências traumáticas;

  • raiva, ressentimento, ciúme e sofrimento emocional;

  • insegurança e baixa autoestima;

  • dificuldades de relacionamento;

  • bloqueios de desempenho e confiança;

  • crenças limitantes e padrões de pensamento que dificultam mudanças.             

                       

No meu trabalho, utilizo a EFT de forma cuidadosa e personalizada, integrada ao mindfulness, à respiração, à neurociência aplicada e às abordagens cognitivo-comportamentais, sempre respeitando a história, o momento e as necessidades de cada pessoa.

O que aconteceu não muda. Mas a forma como o seu corpo continua respondendo a essa experiência pode mudar.

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